Para-brisa e portas da frente
Tom claro, o G70, para o conjunto passar dos 70% de luz. É o único grupo de vidros com limite.
Os tons de película automotiva vão do G5 ao G70 e indicam quanto de luz o conjunto vidro mais película deixa passar: o G5 é o mais escuro, deixa passar pouca luz, e o G70 é o mais claro. Esta página mostra como fica cada tom, quanto de luz passa em cada um e qual usar atrás e na frente, dentro da regra.
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O tom da película é quanto de luz o conjunto vidro mais película deixa passar, indicado do G5 ao G70: quanto menor o número, mais escuro o vidro. O G5 é o mais escuro e deixa passar pouca luz; o G70 é o mais claro. Por isso o tom escuro vai só nos vidros de trás, e a frente fica clara, na combinação escuro atrás, claro na frente, com cada vidro medido no seu carro. O número exato, porém, depende da medição no vidro do seu veículo, feita depois de aplicar.
Tom por tom
A tabela compara os cinco tons mais usados pela passagem de luz, por onde costumam ir e pela visibilidade que dão. Os valores são aproximados: o número real depende da medição no seu carro, porque o próprio vidro já retém parte da luz antes de a película entrar.
| Tom | Luz que passa (aprox.) | Onde costuma ser usado | Visibilidade |
|---|---|---|---|
| G5 | Cerca de 5% | Vidros traseiros | O mais escuro: privacidade alta, de fora quase não se vê dentro de dia. |
| G20 | Cerca de 20% | Vidros traseiros | Escurece bastante e ainda deixa notar vultos dentro de perto. |
| G35 | Cerca de 35% | Vidros traseiros ou uso geral atrás | Escurece de forma moderada, com a visão de dentro mais confortável. |
| G50 | Cerca de 50% | Vidros traseiros, efeito leve | Clareia: dá para ver o interior com mais facilidade. |
| G70 | Cerca de 70% | Para-brisa e portas da frente, dentro da regra | O mais claro: quase transparente, pensado para não atrapalhar a visão. |
O número do tom é a passagem de luz, não o escurecimento. Para saber o que pode em cada vidro, veja a tabela da lei por vidro.
O que o tom não é
O erro mais comum é escolher um tom escuro achando que ele barra mais calor. O tom define só quanto de luz visível passa; o calor barrado depende da tecnologia da película, não da cor.
A luz que você enxerga é só uma parte do que o sol manda; o calor vem também do infravermelho, que o olho não vê.
Uma película clara de alta performance pode barrar mais calor que uma escura comum, porque trabalha o infravermelho, e não apenas a luz visível. É por isso que existe película clara para o para-brisa que segura bastante calor.
Na prática, dá para ter um vidro claro e fresco e um vidro escuro que esquenta. O tom resolve privacidade e estética; o calor se resolve na tecnologia da película.
Para comparar o que cada nível de película entrega de desempenho, e o valor de cada um, veja o preço por opção no guia.
Ainda em dúvida sobre o seu caso? Fale com a loja pelo contato da UDI Insufilm.
Tom por vidro
A escolha do tom muda de vidro para vidro. Na frente, a lei manda: o tom é claro. Atrás, a escolha é sua, entre mais privacidade e mais visão à noite, sempre com escuro atrás, claro na frente.
Tom claro, o G70, para o conjunto passar dos 70% de luz. É o único grupo de vidros com limite.
Tom livre, do G50 ao G5. Quanto mais escuro, mais privacidade; quanto mais claro, mais visão à noite.
Também sem limite, com retrovisor externo dos dois lados. Costuma acompanhar o tom das laterais de trás.
O que a lei permite
A regra não fala em G5 ou G70: ela fala em passagem de luz. No para-brisa e nas portas da frente, o conjunto precisa deixar passar no mínimo 70% da luz; nos vidros de trás não há limite, com retrovisor externo dos dois lados.
O limite de 70% de luz na frente só é alcançado por um tom claro, que na prática é o G70.
Como o próprio vidro do carro já retém parte da luz, uma película chamada de 70% nem sempre resulta em 70% no vidro pronto. Por isso a loja mede a transparência no seu carro depois de aplicar, para confirmar o resultado.
Tons mais escuros, do G50 ao G5, ficam reservados para os vidros de trás, onde não há mínimo. É isso que torna possível um carro escuro atrás e claro na frente, tudo dentro da regra.
Para ver o limite vidro por vidro, com a fonte oficial, abra a tabela da lei por vidro.
A UDI Insufilm só aplica dentro da regra: escuro atrás, claro na frente, medido no seu carro.
Antes de decidir
Depois de respeitada a regra, a escolha do tom de trás é de gosto e de uso. Quatro pontos ajudam a decidir entre um tom mais escuro e um mais claro.
Um tom muito escuro atrás reduz um pouco a visão pelo retrovisor interno no escuro.
Quanto mais escuro o tom de trás, menos se vê o interior do carro de fora, de dia.
O tom muda o visual do carro: há quem prefira os vidros bem fechados, há quem goste de um escurecido leve.
A frente é sempre clara, com 70% de luz. O tom escuro é uma escolha só para os vidros de trás.
Na prática, no seu carro
Depois de escolher o tom, a UDI Insufilm aplica a película com o tom certo em cada vidro, mede a transparência da frente e coloca o selo no vidro. O nível de entrada é a película simples, que já cobre bem quem quer escurecer os vidros de trás.
Para quem quer escurecer os vidros de trás e cumprir a lei, a película simples de poliéster já entrega o resultado.
Ela aceita os tons permitidos atrás, do G50 ao G5, e a frente clara, com o tom medido no seu carro. Veja como fica a película simples para carro, a partir de R$ 350 para veículo leve.
Quer reunir todos os pontos da decisão, do tom ao preço? O guia de película traz tudo para decidir antes de aplicar.
Dúvidas
Tom na frente, tom atrás, visão à noite e calor: as dúvidas de quem está escolhendo o tom da película para o carro.
Na frente, o tom precisa ser claro o bastante para o conjunto vidro mais película deixar passar no mínimo 70% da luz. Na prática, isso corresponde ao G70, o tom mais claro da tabela. Tons mais escuros, como G50, G35, G20 e G5, não entram no para-brisa nem nas portas da frente. Como o resultado depende do vidro de cada carro, a transparência é medida no seu veículo depois de aplicar.
Os dois são permitidos atrás, com retrovisor externo dos dois lados. O G20 é mais escuro e dá mais privacidade, mas deixa o vidro mais fechado à noite. O G35 escurece de forma mais moderada e mantém a visão de dentro mais confortável no escuro. A escolha é de estética e de conforto: a loja indica o tom pelo uso do seu carro.
De dia, com o G5 nos vidros de trás, de fora quase não se enxerga o interior, porque é o tom mais escuro e deixa passar pouca luz. À noite, com a luz interna acesa, ainda é possível notar algum movimento de perto. O G5 dá a privacidade mais alta entre os tons, sempre só nos vidros traseiros.
No para-brisa, o tom é claro: o G70, que deixa passar perto de 70% da luz. Mesmo clara, a película pode barrar calor e raios ultravioleta, porque isso depende da tecnologia, não do tom. A loja mede a transparência no seu carro depois de aplicar, para confirmar que o conjunto está dentro do limite de 70%.
Como o tom escuro só vai nos vidros de trás, ele não atrapalha a visão para a frente, que é por onde o motorista enxerga. À noite, um tom muito escuro atrás, como o G5, pode reduzir um pouco a visão pelo retrovisor interno. Quem dirige muito no escuro costuma preferir um tom mais claro atrás, como o G35.
Não diretamente. O tom define quanto de luz visível passa; o calor barrado depende da tecnologia da película. Uma película clara de alta performance pode barrar mais calor que uma escura comum. Por isso não dá para escolher o tom pensando só em temperatura: o G70 claro no para-brisa, por exemplo, pode conter bastante calor.
Sim, e é o mais comum. A frente fica clara, com G70, para cumprir o mínimo de 70% de luz; os vidros de trás recebem o tom que você quiser, do G50 ao G5, com retrovisor externo dos dois lados. É a combinação escuro atrás, claro na frente, com cada vidro dentro da regra e medido no seu carro.
Sim. O G70 é o tom usado no para-brisa e nas portas da frente justamente porque é claro e ajuda o conjunto a passar dos 70% de luz. Mesmo assim, o resultado depende do vidro de cada carro: um vidro já escuro de fábrica pode baixar o número. Por isso a transparência é medida no seu veículo depois de aplicar.
Tom certo
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